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sábado, 16 de outubro de 2010

ABRIR A MENTE, TRANSFORMAR O MUNDO



Se vamos estudar a modernidade e a pós-modernidade no que diz respeito em produção de pensamentos e correntes de pensamentos, vamos perceber o quão pobre estamos. Não produzimos novos intelectuais e novas idéias, as idéias utilizadas por correntes autuais são produzidas a séculos. Tentativas de reelaboração, mas somente isso, nada de novo.
A pergunta que insistentemente devemos fazer é que num futuro muito próximo o atual presente fique marcado somente pelos fatos negativos produzidos por mentes supostamente livres, arquitetas de violência e opressão. Corremos o risco de não produzirmos mais líderes e automaticamente a política e a história vão lamentar. Onde estão os “Câmaras”, corajosos fabricantes de sonhos, os “Guevaras”, audaciosos revolucionários da justiça. Nossos líderes estão morrendo aos poucos e os que sobraram, pouco servem de referência, pois não conseguem representar mais nada diante da produção individualista de sonhos e ideais. Não se sonha mais por um mundo diferente. Não se acredita mais numa humanidade próspera. Não se criam mais esperanças. É preciso produção de novas idéias, laçarmos novas sementes, para o amanhã ser menos amargo.
O individualismo deve ser imediatamente substituído pelo coletivismo, afinal está intrínseco no ser humano a capacidade de sonhar mais e querer mais, não somente para si, mas também para os seus. É preciso ir fundo buscar esta capacidade. Repensar projetos, dizer não ao errado e defender o correto, são mais do que valores cristãos, são valores da vida.

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